Learning English: What Works? (Speaking – parte 1)

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Conforme prometido semana passada, hoje publico o segundo post da série de 4 posts escritos pela Lisa Biskup, do English Fluency Now. Hoje ela fala sobre o speaking, que é a habilidade de falar em inglês. Como na semana passada, será dividido em 2 partes, para que o post não fique extenso.

Caso você não tenha lido o post da semana passada, que fala sobre listening, veja aqui (parte 1) e aqui (parte 2). Segue o texto da Lisa:

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Parte 2 – Speaking

No primeiro artigo desta série, eu escrevi sobre a importância de ouvir um inglês no qual você consiga entender a maior parte do que é dito (input compreensível), para acostumar os seus ouvidos aos “sons do inglês” e, o mais importante, ser capaz de entender o que você está ouvindo.

Antes que você possa falar bem, você deve entender o que você está ouvindo.

Gastar muito tempo ouvindo “input compreensível” é o primeiro (e mais importante) passo para se tornar um excelente falante da língua inglesa.

Falar envolve produzir uma linguagem compreensível.

O principal motivo para se falar inglês é para ser capaz de se expressar e se comunicar com outras pessoas, tanto na forma de apresentação quanto na forma de conversação com uma ou mais pessoas.

Quando você era bebê, você passou vários meses da sua vida apenas escutando, e então você começou a balbuciar. Você fazia sons que não eram compreensíveis a ninguém. Ocasionalmente, você começou a dizer palavras que as pessoas conseguiam entender, e daí para a frente, você adquiriu cada vez mais vocabulário e expressões, e então você pôde se comunicar com os outros.

English speaking

Estudantes que fazem imersão em outro idioma ou cultura geralmente têm uma experiência similar. Por exemplo, quando eu fiz um intercâmbio de estudo na Espanha, eu passei os 3 primeiros meses literalmente ouvindo, sem falar quase nada, mas quando comecei a falar, eu era fluente e tinha um bom sotaque. Seis meses depois, um motorista de táxi em Barcelona achou que eu era da Espanha!

Quando começar a falar?

No ciclo de ensino e aprendizado de idiomas, existe sempre um grande debate sobre quando você deve começar a falar. Será que você deveria seguir o exemplo de uma criança, passando horas e horas apenas ouvindo, sem sequer tentar falar, ou você deve iniciar falando desde o primeiro dia que começa a estudar um novo idioma?

Existem prós e contras em ambas as abordagens, mas eu acho que você precisa responder esta questão sozinho. As perguntas abaixo vão te ajudar a decidir qual abordagem seguir:

  • Qual o motivo de você estar estudando inglês (estudar no exterior, obter um emprego melhor, passar num teste)?
  • Qual é o seu objetivo em relação à língua inglesa (nível de inglês acadêmico/profissional, inglês para turistas, inglês básico)?
  • Quanto tempo você pretende levar para atingir este objetivo (1 mês, 3 meses, 1 ano)?
  • Quando tempo você terá que se dedicar diariamente para aprender inglês (1 hora por dia, 5 horas por dia, o dia todo)?

Baseado nas suas respostas a essas perguntas, você pode criar um plano de estudo para si mesmo.

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Essa foi a parte 1 do artigo da Lisa. Amanhã teremos a parte 2. Se você quiser, pode baixar o texto original em inglês, enviado por ela, clicando abaixo:

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Aproveite também para conhecer o site da Lisa, que tem bastante coisa interessante.

Até mais,

Ueritom

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